O E-Marcas é muito mais que uma “registradora” de marcas.
Sabemos de nossa responsabilidade como fornecedores de informação e temos plena consciência de que o País carece de uma política de incentivo à inovação tecnológica e fomento ao empreendorismo.
O nascimento do E-Marcas não foi fácil e começou como muitos negócios no Brasil: foi fruto da necessidade.
No início de 1997 eu ainda trabalhava com internet, depois de 8 meses de trabalho, pesquisa, estudo, planilhas, reuniões, enfim, aquele “pé-no-saco” que todos vocês conhecem, estava prestes a lançar uma “startup”.
Mas eu tinha um sócio, mais novo (imagina, eu tinha 26 anos e era o “veterano”) e num rompante ele brigou com quem não devia, na pior hora possível. O resultado foi simples:
- Nosso “angel investor” pegou todo o nosso trabalho, passou para um investidor de verdade, que implementou o projeto e logo em seguida vendeu para uma grande empresa por alguns milhões de reais.
Em julho de 1997 eu já estava trabalhando em uma empresa de “marcas e patentes” porque eu queria entender como funcionava esse negócio de marcas, patentes, direito autoral, etc…
Em alguns meses me tornei consultor e pouco tempo depois sócio, em 2 anos já respondia por 70% do faturamento do escritório e atendia os melhores clientes, os casos mais complicados, aprendi muito.
Daí percebi que faltava muita informação sobre esses temas e criei um projeto de palestras e artigos, como estava na moda colocar o “e-” na frente de tudo (por conta do e-business, da IBM) chamei o projeto de E-Marcas, isso foi em 1999.
Depois de tentar implementá-lo na empresa de marcas e patentes da qual era sócio sem sucesso, tentei implementá-lo com uma empresa “concorrente” com quem mantinha um relacionamento amistoso, ambas as tentativas foram frustradas.
Surgiu então a dúvida: Será que o projeto é ruim? Inviável? Começou então uma nova fase de reavaliações. Reavaliamos a questão financeira, os custos, a concorrência, criamos um ciclo de palestras e seminários para coletar dados junto ao mercado e principalmente universidades, tudo foi repensado várias e várias vezes – foram 3 anos de pesquisa.
A conclusão foi que apesar do projeto ser viável, não havia condições de implementá-lo em uma empresa já estabelecida na área de marcas, havia que se criar uma nova estrutura sem vícios e aberta a uma nova filosofia de trabalho, especialmente, quanto a forma de relacionar-se com o cliente.
Assim surgiu o E-Marcas.
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